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sábado, 14 de maio de 2011

MAIS UMA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E SEU COMPARSA MEC...

Olá pessoal, tudo bem? Após um tempo sem publicarmos nada aqui no blog, retomamos nossas atividades como anteriormente... Nossa vida acadêmica e a gestão de nosso C.A tem nos tomado um pouco de nosso tempo. Sem mais delongas, vamos ao que interessa, ou seja, as informações e novidades que estão rolando no mundo e em nosso lindo Brasil zil, que a propósito sem querer criticar mas já criticando está deixando a desejar 'meus companheiros'! Saúde, transporte, impostos, inflações etc etc e tal, vem a cada dia se defasando... Ahhh... não podemos esquecer também a quantas anda a nossa educação.... que por falar nisso, esta um caos; além das matanças e derramamenetos de sangue torna a escola um lugar onde o coloquialismo será ensinado 'legalmente', 'se nois' continuarmos assim, desculpem-me as palavras, nos tornaremos uma grande massa de analfabetos funcionais ( como se isso já não existisse) e nossas escolas, centros alastradores de coloquialismos baratos encontrados em qualquer esquina. Tempos de ouro , quando uma instituição escolar honrrava o a norma culta de se escrever e falar... Devemos sim, levar em conta a bagagem essoal de cada educando, fazer que o conhecimento cheguea todos sem segregações sejam elas raciais ou sociais, tornar o novo concreto à realidade em que as crianças, adolescentes ou adultos vivem , quando estes estão em uma ambiente escolar!
Sabem o por que estou falando tudo isso? Pelo fato do novo livro didático ser aceito na sua forma mais vulgar e simplória.... Segue abaixo a reportagem:

 

Desprezo do MEC à norma culta reforça o descuido com a educação, afirmam tucanos

  Desprezo do MEC à norma culta do português reforça o descuido com a educação!

 

O livro didático do Ministério da Educação (MEC) que ensina alunos do ensino fundamental a usar de forma errada a língua portuguesa reforça o descaso do governo petista com a educação brasileira. O deputado Bonifácio de Andrada (MG) defende ação judicial contra o ministro Fernando Haddad por incentivar o aprendizado da chamada “norma popular”.

De acordo com o portal “IG”, o volume “Por uma vida melhor” mostra ao estudante que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância. Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”. Em outro trecho, incentiva-se o uso da fala “nós pega o peixe” ou “os meninos pega o peixe”.

Bonifácio cobra a correção imediata do material. “Está ferindo a própria consciência cultural brasileira, que ao longo dos anos vem tendo um procedimento muito correto nas escolas a respeito de como se expressar, de como se fazer linguagem”, reprovou. “É um fato que pode até mesmo motivar uma ação penal contra o ministro da Educação.”

O ministério já havia cometido deslizes na produção de livros didáticos. O órgão distribuiu para a rede pública obras que enaltecem o governo Luiz Inácio Lula da Silva e crítica o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Bonifácio afirma que os repetidos acontecimentos mostram que a pasta está transformando sua produção gráfica em um instrumento partidário. Segundo a “Folha de S. Paulo”, 97% das escolas receberam o material que viola uma regra básica do próprio ministério: a ausência de doutrinação política nas obras utilizadas.

Para o deputado Jorginho de Mello (SC), a escola é o lugar para se aprender da maneira correta. “Não é porque o ex-presidente Lula falava ‘nóis, porque nóis’ que nós vamos nivelar por baixo. Eu lamento essa coleção que o MEC enviou para as escolas do material Viver, aprender. Temos que viver e aprender, mas aprender certo e na escola”, condenou. O tucano insiste que o caminho para o brasileiro é uma educação de qualidade.

O Ministério da Educação transformou a vida dos estudantes em um calvário. Por dois anos seguidos, os alunos tiveram problemas com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As deficiências passam por provas trocadas, dificuldade do estudante em acessar o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), entre outras. Para piorar, este ano, os dados pessoais dos alunos ficaram disponíveis para acesso de outros candidatos.



PARABÉNS À NOSSA  EDUCAÇÃO!



(FONTE: http://www.pbagora.com.br/)

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