Contra doenças cardiovasculares e pulmonares, hipertensão e depressão, dance. Esta é a recomendação de estudo da Universidade do Estado de Santa Catarina. Balançar-se ao som de samba, bolero, rock, salsa ou forró traz os mesmos benefícios dos tradicionais exercícios físicos recomendados pelos médicos, como caminhada e pedalada, por exemplo.
Segundo o pesquisador da universidade Tales de Carvalho, a dança eleva os batimentos do coração até a “zona alvo”, o máximo de frequência cardíaca que o paciente deve atingir. “Esta ação desencadeia efeitos cardiovasculares como liberação de óxido nítrico, que ajuda na dilatação dos vasos, permitindo a redução da pressão arterial. Um paciente que dance por meia hora terá o mesmo benefício de 30 minutos na esteira ou bicicleta”, explica o médico.
Entretanto, a dança tem a seu favor algo que os exercícios convencionais não têm para muita gente: o prazer. “Por isso a pessoa fica três horas dançando sem perceber. Dependendo da intensidade, é como correr uma maratona sem sentir que está correndo”, compara.
A aposentada Sueli Santos, 66 anos, faz seu exercício semanal há dez. “São quatro horas de baile e danço a noite toda”, conta ela, que controla a hipertensão com remédios e com os bailes na Estudantina Musical, no Centro do Rio.
A dança também é forte aliada no combate à ansiedade. Segundo a psicóloga Maria Valésia Vilela, se o motivo da depressão for a falta de serotonina e dopamina, dançar ajuda a aumentar os níveis desses hormônios. “Dança promove socialização e sensação de bem-estar”, completa.
A outra vantagem mexe no bolso. Carvalho afirma que alguns pacientes, depois de dois meses, chegaram a manter a pressão controlada sem o uso de medicamentos. O ideal é dançar de 3 a 4 vezes por semana. Ele recomenda: “Mantenha o ritmo, não deixe a frequência cair. Quanto mais tempo aguentar dançando, sem exagerar, melhor para o coração”.
Segundo o pesquisador da universidade Tales de Carvalho, a dança eleva os batimentos do coração até a “zona alvo”, o máximo de frequência cardíaca que o paciente deve atingir. “Esta ação desencadeia efeitos cardiovasculares como liberação de óxido nítrico, que ajuda na dilatação dos vasos, permitindo a redução da pressão arterial. Um paciente que dance por meia hora terá o mesmo benefício de 30 minutos na esteira ou bicicleta”, explica o médico.
Entretanto, a dança tem a seu favor algo que os exercícios convencionais não têm para muita gente: o prazer. “Por isso a pessoa fica três horas dançando sem perceber. Dependendo da intensidade, é como correr uma maratona sem sentir que está correndo”, compara.
A aposentada Sueli Santos, 66 anos, faz seu exercício semanal há dez. “São quatro horas de baile e danço a noite toda”, conta ela, que controla a hipertensão com remédios e com os bailes na Estudantina Musical, no Centro do Rio.
A dança também é forte aliada no combate à ansiedade. Segundo a psicóloga Maria Valésia Vilela, se o motivo da depressão for a falta de serotonina e dopamina, dançar ajuda a aumentar os níveis desses hormônios. “Dança promove socialização e sensação de bem-estar”, completa.
A outra vantagem mexe no bolso. Carvalho afirma que alguns pacientes, depois de dois meses, chegaram a manter a pressão controlada sem o uso de medicamentos. O ideal é dançar de 3 a 4 vezes por semana. Ele recomenda: “Mantenha o ritmo, não deixe a frequência cair. Quanto mais tempo aguentar dançando, sem exagerar, melhor para o coração”.
Dêem uma olhadinha neste vídeo abaixo... De fato quem dança seus males espanta...Oww Yeaah...
Magali da internet
Poucos conhecem a identidade do mais recente fenômeno do YouTube no Brasil. A Magali dançarina, personagem de um vídeo com mais de 700 mil visualizações é uma cantora de 25 anos, moradora de Duque de Caxias. Tássia Nascimento Gomes dançou anonimamente por cinco anos nas ruas da Região Metropolitana do Rio. A ideia surgiu por causa de um outro personagem.
“Certa vez, passei em frente a uma loja e vi um personagem, no caso era a Emília do Sítio do Picapau Amarelo, e decidi fazer um para mim. E como a Mônica é mais conhecida, eu quis puxar para o lado da Magali.”
Além de interpretar, é ela quem fabrica as fantasias que veste nas ruas. Por causa do suor, Tássia foi obrigada a descartar e confeccionar várias cabeças da Magali. “Esta é a décima cabeça que eu confecciono porque, devido ao trabalho nas ruas, o desgaste é total.”
Apesar do sucesso, encontrar a Magali do YouTube pelas ruas é improvável. Tássia parou de dançar nas ruas por causa do desgaste físico causado pelas horas de dança debaixo do sol. “Quase sempre estava doente. Sempre ficava de cama, gripada, aí eu resolvi parar.”
Carreira na música é o novo objetivo
Tássia tem como objetivo uma carreira na música. Ela é vocalista de uma banda de rock, a Toxina 13, pretende gravar um CD solo com suas próprias composições e fundou uma companhia de bonecos cantores. As principais influências do trabalho musical são Nirvana, Slave, Ozzy Osbourne, Evanescence.
Tássia tem como objetivo uma carreira na música. Ela é vocalista de uma banda de rock, a Toxina 13, pretende gravar um CD solo com suas próprias composições e fundou uma companhia de bonecos cantores. As principais influências do trabalho musical são Nirvana, Slave, Ozzy Osbourne, Evanescence.
Tássia não pensa na possibilidade de reinterpretar a Magali nas ruas. “Não é o meu objetivo. Eu estaria regredindo. Penso em outras coisas daqui para a frente.”
A dança da personagem é inspirada em ícones da cultura pop, mas com um toque pessoal. “Eu observo clipes de artistas como Beyoncé e Michael Jackson. Aí vou fazendo um mix de várias danças e junto com o estilo maluco da Magali.”
Sobre a grande repercussão do vídeo, ela afirma que sabia que tinha algum material seu na internet, mas não imaginava tamanho sucesso.
“Eu não esperava este retorno todo. Várias pessoas gravaram. Algumas diziam que iam colocar na internet, mas foi realmente uma surpresa.”
Tássia interpretou Magali por cinco anos nas ruas do Rio g1.globo.com


"Hotel California" é a faixa-título do quinto álbum de estúdio da banda de rock americana Eagles. Lançado em 8 de Dezembro de 1976, o álbum vendeu mais de 16 milhões de cópias e foi considerado por muitos críticos de rock como o melhor álbum de todos os tempos. A música "Hotel California", escrita por Don Felder, Don Henley e Glenn Frey, ganhou o Grammy na categoria "Gravação do Ano" e se tornou a canção de maior sucesso do grupo.










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